Entrevistas

Kauê Fernandes almeja título no peso-leve do UFC: “Viver e morrer por isso”

Com apenas duas lutas no Ultimate, Kauê Fernandes busca entrar nos holofotes dos fãs que acompanham o maior evento de MMA do mundo. O brasileiro medirá forças com Guram Kutateladze na primeira luta do card preliminar do UFC Londres, neste sábado (22). Antes do confronto, o lutador destacou a importância do combate. Apesar de estar no início de sua trajetória na liga, o atleta já projetou uma possível disputa de cinturão em caso de uma sequência de vitórias na categoria dos peso-leve (70 kg).

Atualmente, com um triunfo e uma derrota no Ultimate, o striker, que reside no Rio de Janeiro, falou com a equipe de reportagem da Ag Fight sobre a mudança em sua carreira desde que entrou na liga. Para Kauê, mesmo sem ganhar nenhum bônus por performance, a diferença financeira entre a bolsa do UFC e a de eventos de menor expressão, como Shooto Brasil e LFA, é considerável.

“Teve um impacto claro, um alívio, mas não estou perto de onde eu quero estar, não. Preciso renovar meu contrato, se puder ganhar uns bônus (risos). Meu maior sonho é ser campeão desse evento. Não estou aqui para ser mais um, vou viver e morrer por isso. Isso também chama dinheiro. Eu estou aqui para mudar de vida financeiramente”, frisou o atleta.

Em busca dos holofotes

Dentro desse cenário, Kauê, que almeja ser campeão da divisão dos leves, comentou sobre formas de conquistar a atenção dos dirigentes do Ultimate. Para isso, o atleta entende que a autopromoção de seus combates deve estar alinhada com as vitórias, pedindo nomes relevantes da divisão. Segundo o próprio, a estratégia precisa estar alinhada para seu nome se destacar em meio a um plantel de mais de 900 lutadores – se somadas todas as categorias do UFC.

“Você vai se destacar se vencer bem as lutas. Acho que posso pegar o microfone e dizer o que for, principalmente eu, que estou no primeiro contrato, xingar, dar show. Mas, se chegar na hora da luta e perder, você não vai atrair os holofotes. Acho que ter uma excelente performance, um nocaute bonito, e, quando pegar o microfone, chamar um cara famoso para fazer uma luta. Essas coisas te ajudam a furar a fila, a roubar os holofotes. Acho que isso ajuda muito. Eu tenho alguns planos na minha mente, mas não vou contar agora. Mas, tudo dando certo, vocês vão saber”, finalizou.

Promessa de emoção

Kauê Fernandes e Guram Kutateladze venceram a maioria das lutas pela via rápida. No geral, são 15 vitórias antes do soar do gongo, sendo cinco por nocaute e duas por finalização para o brasileiro. Por outro lado, o atleta georgiano venceu sete lutas via trocação e apenas uma vez por finalização.

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