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Vitor Belfort explica dificuldade para voltar a lutar MMA e enaltece o boxe

Aos 44 anos e sem lutar desde 2018, quando atuou pela última vez no UFC, Vitor Belfort parece estar desiludido com o MMA. Tanto que a lenda da modalidade assinou com a ‘Triller Fight Club’, organização de boxe. Agora, o ex-campeão do Ultimate se prepara para enfrentar Oscar De La Hoya, ícone do esporte, em setembro, em Los Angeles (EUA), e tudo indica que este é apenas um dos capítulos que o veterano vai protagonizar nos ringues.

Em entrevista ao site ‘MMA Junkie’, Belfort, praticamente, fechou as portas para o esporte que o consagrou e escancarou seu interesse em atuar de forma frequente no boxe. Inclusive, ‘The Phenom’ já desafiou Evander Holyfield e os irmãos Jake e Logan Paul. O motivo para o brasileiro focar na nobre arte é simples.

Além de oferecer bolsas vantajosas aos atletas, o ex-campeão do UFC afirmou que a modalidade é mais organizada e segura para os lutadores. Outro ponto que torna o boxe viável em relação ao MMA é o fato de dar espaço e valorizar profissionais com idade avançada para praticar esportes de combate.

“Parece que eu não voltarei ao MMA. Não está mudando ou se adaptando ao que acho que deveria. As regras não existem para nós. Não está se adaptando de uma forma segura para os lutadores. Os lutadores têm uma carreira curta e, quanto mais violento, mais curta fica. É melhor para os promotores, não tão bom para os lutadores. Até Dana disse isso, que é um esporte para jovens. Vou lutar contra qualquer campeão de MMA e posso vencê-los em uma luta de boxe. O MMA é bom apenas para pessoas na casa dos 20 anos”, declarou a lenda do esporte, antes de completar.

“Quando você fica mais velho, é muito difícil para seu corpo, é difícil permanecer relevante por tanto tempo, porque as regras nunca foram revisadas. Os lutadores não estão envolvidos. Não temos sindicato. Temos que mudar isso para o futuro. O MMA nunca será um esporte olímpico do jeito que é. No boxe, não há muito sangue. Queremos ter a família envolvida. Não é violento no sentido de que os atletas ficam sete meses fora por problemas no ligamento, porque alguém atacou o joelho. As pessoas querem ver nocaute. O boxe é uma arte”, concluiu.

Se depender de Vitor Belfort, sua permanência nos esportes de combate, principalmente no boxe, vai durar por muito tempo, já que possui alvos relevantes. Além da luta contra Oscar De La Hoya e dos desafios feitos para Evander Holyfield e os irmãos Paul, a imprensa especializada especula que ‘The Phenom’ pode reencontrar Anderson Silva, dessa vez no ringue, em breve.

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